Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Fintechs

Barkus escolhe Gabriel Orsi como novo CEO no ano em que completa uma década

Executivo atuava na liderança de produtos e operação e assume a edtech de inclusão financeira para nova fase de expansão.

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Redação 25 de setembro de 2026, 17h042 min de leitura
Barkus escolhe Gabriel Orsi como novo CEO no ano em que completa uma década

Foto: Biabarkus / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A edtech Barkus nomeou Gabriel Orsi como seu novo presidente-executivo. O executivo já integra o quadro societário da empresa há três anos e comandava diretamente os setores de produtos e operação. A transição na liderança coincide com a marca de dez anos de atuação da companhia no segmento de educação e inclusão financeira.

Formado em Administração pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestre em Engenharia de Produção pela Coppe/UFRJ, Orsi acumula mais de uma década de trajetória profissional voltada a negócios, gestão, produtos digitais e mercado de capitais. Antes de ingressar na edtech, ele esteve à frente de uma consultoria própria de marketing e liderou a subsidiária de uma companhia internacional no país, participando de iniciativas entre o mercado brasileiro e o europeu. Seu histórico profissional abrange também atuações em fundos de investimento e infraestrutura de serviços financeiros.

Trajetória e carteira de clientes

Durante o período em que supervisionou o departamento de produtos na Barkus, o executivo trabalhou no alinhamento de frentes técnicas de design e tecnologia com as estratégias comerciais, mantendo o foco em métricas de impacto e soluções customizadas. A edtech atende companhias privadas, órgãos governamentais e instituições financeiras por meio da prestação de serviços de consultoria e plataformas digitais.

A base de clientes e parceiros institucionais da startup inclui organizações como Santander, Itaú, BTG Pactual, B3, BlackRock, Natura, Unicef e o Tesouro Nacional.

Foco no comportamento cotidiano

Sob a gestão de Orsi, a Barkus busca aprofundar a relação entre o ensino financeiro e os padrões habituais dos indivíduos. A meta é garantir que as ferramentas desenvolvidas consigam reter a atenção do público em meio a uma ampla oferta de canais informativos digitais.

Conteúdos e informações sobre finanças estão cada vez mais acessíveis. O desafio é fazer esse conhecimento entrar na vida real das pessoas e disputar relevância em um cotidiano cheio de aplicativos, estímulos, incentivos e experiências cuidadosamente desenhadas para capturar atenção. Se queremos que a educação financeira contribua para uma inclusão financeira com mais qualidade, precisamos projetá-la com o mesmo nível de cuidado.

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